segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Balada Astral

Há uma música que me anda a perseguir. Uma música calma, gira, inspiradora. A letra? Gosto! Muito! Porque conta uma história, a história de alguém que se cruzou com outro alguém, não porque calhou, mas porque o destino assim o ditava. Porque tudo começou antes, com os nossos pais. Porque a história estava nos astros. E amor estava entre eles.

Porque é que gosto da música? Talvez porque quero acreditar que esta história pode ser a minha, que haverá um dia em que nos vamos cruzar assim, e as nossas vidas mudar-se-ão para sempre.



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Quando insistes em voltar, não posso não te chamar teimoso. É o que tu és: teimoso! Gostas de reaparecer assim, todo contente e eu não te convidei. Desta vez não te convidei. Por isso, se não te importas, não voltes assim aos meus sonhos. Por uma questão de segurança...

sábado, 4 de janeiro de 2014

2013 cheio, um grande balanço!

Já vamos no 4º dia deste novo ano e só hoje me apetece fazer um balanço do ano que passou. Este 2013 que, quando chegou, me trazia esperanças de vir a ser um grande ano. E agora que passou o balanço só pode ser positivo, foi sem dúvida um ano do qual nunca me vou esquecer. Não que os outros todos que já passaram não tenham sido importantes, nem tenham ficado guardados para sempre no meu coração, mas este 2013, este mesmo que passou, foi sem dúvida especial. Vivi intensamente a maioria do tempo, tive experiências diferentes, novas e únicas!

Fui madrinha de baptismo no início do ano de uma pequena Inês que tanta alegria tem trazido à minha Vida, esta priminha querida que este ano me baptizou também a mim de Nana. Momentos especiais que as crianças nos trazem, principalmente a família.

Logo depois, vivi insegurança e receio, ao mesmo tempo que fui habitada por uma adrenalina brutal, nas vésperas de partir para a experiência maior que já tive: Erasmus. Estive 5 meses em Itália, na bella città di Pisa! Aprendi italiano, saí da casa dos meus pais, conheci pessoas novas, de outras nacionalidades e com outras culturas, fui a festas, estudei, viajei, descobri o desconhecido. Vivi o inesperado. Aprendi, ainda mais, a desenrascar-me. Aprendi a partilhar o meu tempo, o meu espaço, a minha vida com a minha amiga e colega de casa, e o mais perto que tive de família enquanto lá estivemos. Descobri que o meu país é melhor do que pensava, só estando longe se dá valor a certas coisas. Conheci pessoas únicas, que me marcaram de variadas maneiras. Experimentei coisas, vivi momentos únicos, é difícil de explicar tudo o que trouxe destes meses fora. 

Quando voltei não foi tão fácil assim... Quer dizer, durante o Verão tive tantos afazeres e ocupações que nem dei pelo tempo passar. O baque foi quando o semestre começou... As saudades de Pisa foram demasiado grandes. Foram? Ainda são! Mas aprendi nestes últimos meses do ano que o que vivi foi óptimo mas lá ficou. E agora há que continuar a viver a vida por terras lusas, guardando no coração todas as aprendizagens e experiências que vivi em Erasmus. 

Amigos e família fizeram parte do meu ano, em grande! Todos, cada um de uma forma diferente deram-me momentos únicos. E que me fazem sorrir e continuar a querer viver em plenitude os meus dias, na sua companhia. 

É um balanço positivo, este que faço do 2013 único que vivi. Quanto ao próximo ano, não espero nada em concreto. Só grandes pessoas e grandes momentos! E um sorriso na cara, sempre!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ao fim de 9 meses, renasce...?

Não me lembrava já da existência do blog... Se não fosse uma voz amiga a relembrar-me talvez nunca mais aqui viesse... Parece que ficou esquecido algures no tempo... e no meu coração.

Não sei o que fazer com ele. O blog. Escrevo mais? Apago para nunca mais lembrar? Esqueço só. Ou simplesmente paro de escrever? Dúvidas... Se fossem só com o blog... Na realidade, o que fazer com a minha vida? Dúvidas, dúvidas... Muita incerteza. E entretanto o tempo passa. E a vida? Essa continua a avançar, com os momentos a passarem por mim. 



Só quero não deixar que a Vida passe por mim e eu não passe por ela..!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Coisas inesperadas, coisas que nos fazem sorrir, coisas que nos fazem adormecer com o coração aconchegado. Momentos, palavras, olhares. Tudo isto, em cada dia. Todas estas coisas a dar cor ao meu dia, e a fazer-me sonhar. Sonhar que o mundo é meu amigo e que há coisas inesperadas e lindas! E palavras... Mais fortes que qualquer outra coisa. Que me fazem rir e sentir preenchida! Emoções. Sou eu, assim, feliz comigo, feliz contigo, feliz com o mundo!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Há coisas que eu não sei explicar... Sei sentir, sei viver, sei sorrir, mas não as sei explicar. Porquê? Porque aconteceu? Porque fez isto? Ou porque disse aquilo? Não sei. Não sei mesmo. Nem sequer sei como é possível. Às vezes penso que vivo num imaginário, onde há coisas inexplicáveis a acontecer. Mas quase sempre sorrio só. E sinto. E sinto-me bem, feliz. Afinal, não é isso o mais importante?

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Mais um ano se passou... Foi um ano de mudanças, de descobertas, de amores e desamores, de festa, animação e estudo. Sim, muito estudo! Sinto-me uma crominha, com tanto que trabalhei este ano para a faculdade. O que vale é que isso em nada me impediu de viver a vida. Sim, pode-se dizer que vivi bem este ano! Umas coisas melhores, outras menos boas. Mas o saldo? É positivo, claro! Tendo saúde é sempre positivo. Eu sei, parece discurso dos avós mas é a verdade, e cada vez mais me convenço disso. Sem saúde não vamos longe, não senhora!
E só espero que o 2013 seja ainda melhor que este ano que passou. Com muito mais aventura (sim, isso vai ter concerteza.. aventuras italianas! =P) e muita diversão! E algumas surpresas, também são importantes, para animar a monotonia do dia-a-dia! Espero que seja mesmo um ano excelente!

E acima de tudo, desejo tudo isto também para os meus amigos e familiares. Sem eles nada disto faz sentido! Por isso que todos nós tenhamos um excelente 2013, cheio de surpresas, amor e alegrias! =)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Um dia..

Naquele mesmo dia, durante anos, cruzámo-nos algures no mundo. Sempre, todos os anos. Sem sabermos. Sem nos conhecermos. Foi assim que tudo começou. Com um dia em que o acaso nos juntou e entrançou os nossos destinos... Ficámos para sempre ligados, mesmo sem sabermos, mesmo sem nos conhecermos. E ainda nos encontramos, sim. Foi uma ligação para sempre. Num desses anos, nesse mesmo dia de sempre esbarrámos um no outro (finalmente!) e assim tem sido. Cada dia, um dia como esse. Em que o mundo nos une, nos liga um ao outro de uma forma... diferente. Ao ponto de estarmos juntos todos os dias e nunca termos saído fora disso, só nos vemos e falamos, nada mais. E no entanto, uma ligação tão forte, tão intensa, tão rica. E eu aqui estou, a contar esta história. Do dia em que os dias mudaram, do dia em que tudo parecia igual mas algo muito grande tinha mudado: o destino..

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sentir que nada é como dantes... Sentir uma estranheza enorme... Sentir um vazio preenchido de rancor e de incompreensão... Sentir o peso de tudo isto em cima do meu mundo invisível... A desmoronar aquele mundo que é só meu, do meu íntimo... Aquele que o sorriso e a gargalhada conseguem esconder... Sentir tudo isto e guardar só para mim, só entre mim... Tudo por um bem maior... Para não desintegrar mais nada. É um esforço. É difícil..

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Há coisas assim... Difíceis de perceber e ainda mais difíceis de resolver... E entretanto o peso de saber a realidade... É difícil...

domingo, 30 de setembro de 2012

Há coisas que simplesmente nunca mais voltam a ser as mesmas. Por mais que queiramos, por mais que lutemos, por mais que se deseje. Depois de uma mudança, nada volta a ser igual. Cada dia me apercebo mais disso.. Depois da ausência, por mais que estejamos juntos não voltamos a ser o que já fomos. Depois das palavras proferidas, já não se pode voltar atrás e elas já vão surtir o efeito que o seu significado possui... E podem ou não arruinar tudo para sempre. É assim a vida e a efemeridade dos momentos... De um momento para o outro, click! Tudo mudou. E para sempre...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Os momentos inesperados são sempre mais saborosos, têm um je ne sais quoi que agrada e que nos marca. Sim, o factor surpresa é sempre o melhor. Faz bem, traz mais alegria à Vida. Senão caíamos na monotonia. Pois é. A monotonia. Que coisa chata, que nos invade os dias e que nos faz ficar presos num ciclo rotineiro... É assim que anda a minha vida e o meu estado de espírito. Monótono. Monótono de mais! Falta acção, faltam novidades, falta emoção. E essencialmente acho que faltam pessoas novas. Para renovar os ares. Talvez seja essa receita. Entretanto vive-se a monotonia, sempre na esperança de que algo inesperado aconteça. Só para apimentar mais a vida.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Quando a história acaba mas não diz logo FIM

Quando penso no tempo acho sempre que ele "pára" e que estou no presente para sempre. Que as coisas essenciais nunca se alteram muito com o decorrer dos dias e que a minha vida vai estando sempre na mesma. Até que depois acontece isto ou aquilo que me faz perceber que o presente está só no instante imediato que daqui por um segundo tudo pode mudar. Claro que nem sempre as coisas que acontecem têm uma radicalidade assim mas o facto de que vão mudando com o decorrer dos instantes nem sempre é lembrado na minha cabeça. E assim vejo como tudo mudou, de um dia para o outro. Bem, talvez tenha sido de um dia para o outro apenas na minha cabeça, na realidade acho que foi progressivo, com várias situações que hoje me fazem perceber como tudo mudou. Já não há aquela troca de olhares comprometedora, aqueles instantes em que o mundo começa a girar e só nós estamos parados... E agora somos só eu e só tu, separados. Não que algum dia tenhamos sido juntos, mas é diferente. E aí é que percebo como tudo mudou, como tudo muda continuamente sem que eu me aperceba. Como eu só reparo quando as coisas estão realmente diferentes, quando tu e eu somos só tu e eu, porque os sinais de mudança têm-me passado ao lado e não me tinha apercebido que nos estávamos a separar. Ainda assim gosto de pensar que não foi tudo um filme, que não foi tudo imaginado na minha cabeça. Mesmo que agora seja só eu. E quando olho para ti continuas a ser só tu, com esse teu ar engraçado.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

"Pedaços daquilo que sabia ser o dia entre aquilo que me parecia ser a noite. Pedaços do quarto sozinho, com a luz única da janela fechada, entre um sítio escuro onde tudo acontecia sem esforço. Eu acordava e voltava a adormecer. Eu acordava e sabia que o dia existia depois do quarto sozinho e fechado, depois da penumbra. Eu voltava a adormecer e era inundado pelo mundo do sono. Quando acordava, tentava agarrar-me a esses instantes enquanto tentava que qualquer movimento me despertasse completamente, mas voltava a adormecer, e nao sei quanto tempo passava até voltar a acordar, e o quarto, e o dia, e passava um momento, e voltava a adormecer. Depois, houve uma vez em que acordei e, sem explicação, estava completamente desperto. Não voltei a fechar os olhos. Esfreguei os olhos com as mãos fechadas. Nao pensei nas vezes em que tinha acordado e adormecido. Acordei. Deixei para trás o mundo do sono. E levantei-me. Abri as portas da janela e encadeei-me com a luz. Era uma das horas da tarde próximas do fim da tarde. Aos poucos, ao acordar, reconstruía-me. A memória regressava e as ideias nasciam da memória."

in Uma Casa na Escuridão, José Luís Peixoto


Mais uma vez sou surpreendida com um jogo brilhante de palavras enquanto leio e saboreio mais um livro de José Luís Peixoto. É tão real a forma como ele descreve o momento de acordar que me consigo sentir na pele da personagem e sentir aquele acordar calmo, sereno, em que a memória regressa e todo o mundo, que para mim parou durante o sono, volta a fazer sentido. Em que volto ao real e sinto o "peso" de tudo aquilo que me acompanha diariamente. Porque no sono há o sonho e esse é rival da realidade. Quase nunca jogam no mesmo campeonato e aquilo que mais desejamos muitas vezes acontece só nos sonhos... Mas é assim a vida e é com o real que temos de nos preocupar...
Neste momento só consigo pensar que construí castelos no ar em relação a ti, em relação a ti e a mim. Depois de tanto tempo de situações "estranhas", bocas, comentários, toques e olhares achei por bem (apesar de quase obrigada!) deixar-te a dica... E entretanto nada de resposta, nada de feedback, nada de nada. Sinceramente prefiro um não a um nada! E só me desmoralizo e penso quão parva tenho sido nos últimos tempos em relação a nós. E só tenho uma questão a pairar no pensamento: terá sido tudo um filme da minha cabeça?

domingo, 22 de abril de 2012

Tenho andado um bocado ausente aqui no blog, não é que me tenha esquecido, porque até "cá passo" várias vezes durante a semana, nem que não tenha algo sobre o que escrever, mas a verdade é que estou com uma certa dificuldade de expressão. As palavras fluem mas ganham uma dimensão que não pode nem deve ser divulgada. Por isso não tenho partilhado nada neste blog e tenho guardado tudo para mim. Mas a inspiração anda cá, talvez agora volte a partilhar e a contar um pouco desta minha história...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

"O Amor produz alegria e a alegria é uma forma de Amor."
Papa Bento XVI

Nunca pensei muito nisto, nem sequer interliguei os sentimentos, mas faz todo o sentido e sinto-o mesmo a acontecer na minha vida. A Alegria e o Amor fazem parte de um ciclo, em que um influencia o outro ou lhe dá origem. E é tão magnífico que isso assim o aconteça! Como a alegria nos torna capazes de Amar ou como o Amor nos deixa tão alegres. E o Amor por todos, por igual e sem esperar nada em troca. É esse o verdadeiro e que nos dá a alegria mais verdadeira e única. Por vezes é difícil, muitas vezes aliás! Mas desistir não faz parte do dicionário e o melhor é mesmo tentar Amar a todos e sentir esta alegria tão verdadeira, tão genuína.

domingo, 25 de março de 2012

Há coisas que gostamos de falar com esta ou aquela pessoa, assuntos que nos levam a "escolher" com quem os queremos abordar e como o queremos fazer. E isso acaba por ficar só entre nós, só entre as duas pessoas que conversaram, que discutiram ideias, que partilharam um pouco de si. E assim eu cresço com aquilo que partilhaste, "ganhei" algo e tu também o ganhaste, também cresceste. Esta partilha só leva ao aumento da confiança e ao mesmo tempo é a confiança que leva a uma maior partilha; funciona tipo ciclo vicioso. Mas faz todo o sentido. E é tão bom que assim seja; ficamos a conhecer-nos melhor, ficamos com um bocadinho do outro. Mas não vejo isso de forma pejorativa, vejo-o como uma coisa magnífica. O facto de podermos partilhar um pouco do que somos e do que nos constitui com os outros é mesmo muito bom. É o auge da confiança! E eu gosto tanto de conversas assim, em que te sentes mesmo bem e que me deixam feliz. Só isso.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Quando tudo vai acontecendo de forma natural é tão bom... Parece que é assim porque sim, porque tem de ser, parece até que sempre fomos assim, cúmplices... =)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Se calhar às vezes a nossa presença é a única coisa que podemos dar a alguém e quantas vezes isso não basta para ajudar... E tantas outras vezes um café, uma conversa, uma palavra transformam um dia. Ou então um sorriso ou um simples olhar... É assim que quero chegar aos outros, chegar às suas vidas e fazer parte delas. E é também assim que os outros me ajudam, me apoiam e vivem comigo este dia-a-dia tão atribulado, atarefado e ao mesmo tempo tão fantástico. E que transformam o meu dia e a minha vida!
E há ainda os "miminhos"... Aqueles pequenos gestos, por vezes de quem está longe, que nos fazem sorrir e sentir um aconchego no coração. É assim que gosto de viver, é assim que gosto de amar.